domingo, 25 de julho de 2010

Quando Vos invoquei, me respondestes!

O salmo (137) que cantamos este Domingo (XVII Tempo Comum, ano C) depois da primeira leitura faz-nos dizer: "Quando Vos invoquei, me respondestes".
O Deus que nos é revelado na Biblia é disposto a escutar os nossos pedidos, compreende o nosso modo de invocar-lo, se faz próximo de quem se dirige a Ele com fé. 
Invocar-lo significa aceitar a nossa dependência a Ele e, portanto, exige a humildade. A audácia de Abraão ou a do amigo insistente do Evangelho são, neste sentido, a súplica do humilde: "não passo de pó e cinza". 
Fé e humildade se fundam no reconhecer que Deus é Pai e o é mais do que todos os pais.
A oração nos introduz no seu imenso amor: "Anulou o documento da nossa dívida, com as suas disposições contra nós", a Ele portanto, podemos aproximarmo-nos  certos de que nos acolherá. 
Não pretendamos que Ele multiplique os milagres do pão mas que nos faça nós mesmos pães saborosos, pessoas que crescem na experiência do seu amor. 



De todo o coração, Senhor, eu Vos dou graças, 
porque ouvistes as palavras da minha boca. 
Na presença dos Anjos hei-de cantar-Vos 
e adorar-Vos, voltando para o vosso templo santo.

Hei-de louvar o vosso nome pela vossa bondade e fidelidade, 
porque exaltastes acima de tudo o vosso nome e a vossa promessa. 
Quando Vos invoquei, me respondestes, 
aumentastes a fortaleza da minha alma.

O Senhor é excelso e olha para o humilde, 
ao soberbo conhece-o de longe.
No meio da tribulação Vós me conservais a vida, 
Vós me ajudais contra os meus inimigos.

A vossa mão direita me salvará, 
o Senhor completará o que em meu auxílio começou.
Senhor, a vossa bondade é eterna, 
não abandoneis a obra das vossas mãos.


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